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Sintoma
Social

Sobre o projeto

Comunicação pública no SUS, com os pés no território

O Sintoma Social é a face pública do projeto de extensão “Mídias Digitais e Comunicação Pública no SUS: educação em saúde e debate sobre as políticas de saúde”, da Faculdade de Medicina e da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília, em parceria com o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (CEBES).

Nosso objetivo é construir uma plataforma digital de comunicação pública da saúde, que produza e dissemine conteúdos sobre educação em saúde e sobre as políticas do Sistema Único de Saúde, com ênfase na Atenção Primária à Saúde (APS).

Por quê

Muita informação, pouca conversa

As redes sociais se tornaram um dos principais lugares onde se fala de saúde. Isso ampliou o acesso à informação, mas também a circulação de conteúdos imprecisos e de desinformação, a chamada infodemia, que ganhou contornos dramáticos durante a pandemia de covid-19.

Ao mesmo tempo, o debate sobre as políticas de saúde costuma ficar restrito a gabinetes, fóruns técnicos e à academia. Pouca gente sabe como a APS funciona, mesmo sendo ela a principal porta de entrada do SUS e um dos seus maiores avanços. Isso limita a participação informada da sociedade nas decisões sobre o sistema.

A universidade pode ajudar a construir pontes, desde que não fale só para si mesma. Por isso apostamos numa comunicação de mão dupla: escutar, traduzir, contextualizar e convidar ao diálogo.

Como trabalhamos

Da pauta à publicação

  1. 01

    Pauta

    Temas propostos a partir de três fontes: a agenda da saúde pública, as demandas do público e os temas estruturantes definidos pela coordenação.

  2. 02

    Pesquisa e roteiro

    Levantamento de evidências científicas e documentos oficiais e produção de um roteiro com a informação central, as fontes, a linguagem e o formato.

  3. 03

    Produção

    O roteiro vira peça visual ou audiovisual: cards, carrosséis, vídeos curtos, entrevistas ou episódios de podcast.

  4. 04

    Revisão

    Dupla checagem obrigatória: revisão técnica (a informação está correta?) e revisão editorial (tom, linguagem, identidade).

  5. 05

    Publicação

    Publicação no calendário editorial, acompanhamento das interações com o público e retorno para as próximas pautas.

Validação científica

Todo conteúdo passa por validação antes de ser publicado: docentes do projeto, colaboradores do CEBES e, quando necessário, especialistas convidados verificam se a informação se apoia em evidências atualizadas e em documentos oficiais, e se a linguagem é acessível sem perder precisão. Quando a resposta honesta for “ainda não sabemos”, é isso que vamos dizer.

Nosso tom

Como um colega que explica, não de cima para baixo

Somos

claros · fundamentados · acolhedores · críticos · propositivos

Não somos

simplistas · panfletários · alarmistas · condescendentes

Defendemos o SUS com análise crítica fundamentada, e apontamos seus problemas com a mesma seriedade com que defendemos seus princípios.

Plataformas

Complementaridade, não duplicação

Instagram

Porta de entrada

Cards educativos, carrosséis, reels e stories. O Eixo 1 é o conteúdo principal; o Eixo 2 aparece em chamadas.

YouTube

Canal de profundidade

Debates completos, entrevistas e vídeos educativos longos. É o arquivo permanente do audiovisual.

Substack (em breve)

Curadoria e reflexão

Newsletter que sistematiza a produção, recomenda leituras e faz a curadoria de documentos e análises.

InstagramYouTube

Formação

Extensão também é sala de aula

Estudantes de graduação (sobretudo de Medicina e Saúde Coletiva) e de pós-graduação são protagonistas em todas as etapas, da pesquisa ao roteiro, da produção à mediação com o público. A formação acompanha a produção:

Oficinas de capacitação

Na entrada de novos membros

Comunicação científica, divulgação em saúde, ferramentas de design e vídeo, gestão de redes sociais.

Grupo de estudos

Quinzenal

Discussão de textos da saúde coletiva e da comunicação pública da ciência.

Avaliação editorial

Mensal

Análise do que foi produzido e das métricas: o que funcionou, o que não funcionou e por quê.

Seminários

Sempre que possível

Encontros com jornalistas científicos, gestores do SUS, pesquisadores e comunicadores em saúde.

Vínculos

Ensino, pesquisa e extensão juntos

  • Disciplinas de graduação: Atenção Primária à Saúde (FMD0037), Sistema Único de Saúde (FMD0022) e Saúde da Família e Comunidade 5 (FMD0024).
  • Pós-graduação: Programa de Pós-Graduação em Saúde Coletiva (Profissional), PPGSCP/UnB.
  • Pesquisa: Laboratório de Pesquisa em Gestão, Tecnologias e Inovação em Saúde (LAGETIS/UnB).
  • Liga acadêmica: Liga Acadêmica de Medicina de Família e Comunidade (LAMEF/UnB).
  • Parceria: Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (CEBES).
  • Objetivos de Desenvolvimento Sustentável: ODS 3 (Saúde e bem-estar), ODS 4 (Educação de qualidade) e ODS 16 (Paz, justiça e instituições eficazes).